Por um instante, você pareceu ser a mulher da minha vida. Aquela com que eu ia casar, ter filhos, comer fondue na praia em janeiro, dançar baboseiras eletrônicas de 200 bpm como se fossem lentas da época do colégio. Até recitar Maria Rilke só para você eu ia! Mas, de repente, vi você bebendo água. Nenhum problema, se você não estivesse encostando os lábios no bocal do bebedouro.
Me enganei totalmente a seu respeito.
quinta-feira, 9 de dezembro de 2010
Barra Funda.
No meio do julgamento, o réu confesso (crime hediondo) virou para o júri, apontando para mim entre os 7, e disse: "Quem é você para decidir a minha vida? Você não consegue nem decidir a sua."
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